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A transformação do expansionismo fiscal brasileiro: a troca de investimentos por subsídios (2006-2014)
O artigo “Política Fiscal em Perspectiva: o ciclo de 16 anos (1999-2014)”, de Orair e Gobetti (2015), contribui de forma fundamental ao debate sobre o regime fiscal brasileiro, uma vez que traça uma análise acerca da transição entre uma fase contracionista (1999-2005) e uma expansionista (2006-2014). Esse artigo apresenta um diferencial ao incorporar as finanças públicas estaduais e municipais, ponto crucial para demonstrar os reais determinantes do gasto público, uma vez que

Luísa da Rocha Canazarro
30 de jul.5 min de leitura


Uma nova agenda de governança é o suficiente?
O modo de produção vigente no atual momento da história nos impõe uma lógica perversa nos processos de distribuição da riqueza produzida por meio do trabalho e, principalmente, da riqueza produzida através do capital improdutivo. Isto é, o capital que não gera nenhuma riqueza real, ele gera apenas mais dinheiro sem passar pela esfera produtiva.

Luísa da Rocha Canazarro
17 de jul.5 min de leitura


Ano de eleição e mudanças orçamentárias: um comparativo entre as LDOs de 2025 e 2026
Todo ano, o governo elabora uma LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), que serve como manifesto do governo, do que ele planeja no curto prazo relativo à alocação de recursos, metas de gastos e guia filosófico que norteia as políticas econômicas do Estado. A LDO possui uma importância fundamental para a iniciativa privada, pois demonstra para os investidores qual é o planejamento do governo e as expectativas, já que mostra o "perfil" econômico que o Estado vai adotar no ano ab

Ayrton Washington Correia de Albuquerque
16 de jan.8 min de leitura


Mercado, Estado e Desigualdade: uma análise a partir das escolas do pensamento econômico
Introdução Pode o mercado reduzir desigualdades? O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou, em discurso realizado em 5 de setembro de 2025 na sede da B3, logo após a concessão (privatização) de uma rodovia no estado, que: “A gente modela [projetos de concessão], a gente encara um programa desse, porque a gente acredita na iniciativa privada como força motriz. A gente acredita que é o recurso privado que vai trazer a transformação. A gente acredita

Caio Camarotti Menezes da Silva
15 de jan.18 min de leitura


Política Fiscal restritiva: a drenagem do orçamento público para o rentismo usurário
A mudança de paradigma entre as relações Estado-Sociedade imposta pela agenda neoliberal, por meio do Consenso de Washington¹ e materializada pelo processo de financeirização, permitiu a penetração da lógica financeira em espaços de valorização mercantil não-financeira.

Luísa Canazarro
10 de out. de 20255 min de leitura
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