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Uma nova agenda de governança é o suficiente?
O modo de produção vigente no atual momento da história nos impõe uma lógica perversa nos processos de distribuição da riqueza produzida por meio do trabalho e, principalmente, da riqueza produzida através do capital improdutivo. Isto é, o capital que não gera nenhuma riqueza real, ele gera apenas mais dinheiro sem passar pela esfera produtiva.

Luísa da Rocha Canazarro
17 de jul.5 min de leitura


O caso do Pix e a Inflação no Brasil
A implementação do sistema de pagamentos instantanêos no Brasil tem gerado um caso de crescimento econômico resiliente em conjunto de um resultado inflacionário recorrente nos últimos períodos. O inicio do processo de adequação do Pix aos meios de pagamentos, em novembro de 2020, no mesmo momento geopolítico delicado com a crise humanitária, fez com que sua utilidade se tornasse muito mais valiosa nesse período, e agora, os resultados no dia a dia ainda são utilitários recorr

Millena Barbosa Ferreira
3 de jun.4 min de leitura


Estreito de Ormuz: um ponto crítico da economia global
O Estreito revela limites estruturais da economia mundial e como riscos geopolíticos podem se transformar em impactos concretos no cotidiano.

Fernanda Souza
12 de mai.5 min de leitura


Ano de eleição e mudanças orçamentárias: um comparativo entre as LDOs de 2025 e 2026
Todo ano, o governo elabora uma LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), que serve como manifesto do governo, do que ele planeja no curto prazo relativo à alocação de recursos, metas de gastos e guia filosófico que norteia as políticas econômicas do Estado. A LDO possui uma importância fundamental para a iniciativa privada, pois demonstra para os investidores qual é o planejamento do governo e as expectativas, já que mostra o "perfil" econômico que o Estado vai adotar no ano ab

Ayrton Washington Correia de Albuquerque
16 de jan.8 min de leitura


Um resgate ao "Banco Central que precisamos"
O presente texto é uma retomada crítica do documento "O Banco Central que precisamos!", redigido por Pedro Henrique Chinaglia, Rebeca Amazonas e Wallace Alves, representantes da FENECO, em 17 de setembro de 2024. À época, a nomeação de Gabriel Galípolo à presidência do Banco Central do Brasil representava, para estes autores, uma oportunidade histórica de reorientar a política monetária brasileira, superando o legado de austeridade e tecnocratismo herdado da gestão Campos Net

Leonardo Sodré Corrêa
14 de jul. de 20259 min de leitura


COPOM de costas para o povo: por que a Selic alta é um projeto político?
O Comitê de Política Monetária (COPOM) do Banco Central do Brasil elevou na última reunião do dia 07 de maio a taxa Selic em 0,5 p.p.,...

Luísa Canazarro
12 de mai. de 20252 min de leitura


A inflação na América Latina em perspectiva marxista
Leonardo Leite, Paula Helena Ayres e Álvaro Martins buscam elaborar um modelo teórico que descreva o movimento inflacionário da A. Latina

Leonardo Sodré Corrêa
18 de dez. de 20248 min de leitura
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